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Luís Ferreira: Um pelouro de 2.936€

por Virgilio Alves, em 26.10.11
Luís Ferreira ganha 3000 €

"Tomar: vereador manda retirar bancos em frente ao quartel dos bombeiros", noticiava o Jornal "O Templário" no dia 18 do corrente mês, por ordem do vereador Luís Ferreira (Partido Socialista) argumentava que a situação que se assistia até à data da usual imagem de bombeiros ali sentados mesmo à entrada do seu quartel e, que no seu entender, tal facto fazia transparecer uma certa imagem de "laxismo" por parte desses bombeiros. Dizia e diz Luís Ferreira.

 

 

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publicado às 00:17


Das feiras e da câmara

por Virgilio Alves, em 18.10.11

 

Feira de Santa Iria

 Tomar está timidamente a presenciar a realização de mais uma edição da Feira de Santa Iria, feira que pelo andar da mesma de feira só ficará com o nome, como é usual em Tomar, os eventos dados como adquiridos não são melhorados, muda-se alguma coisa como quem muda uma mesa de sítio, ora é a feira das passas que se passa para outro lado ou o recinto de diversões, etc. Fica a inércia, uma feira nada atractiva, onde a cada ano que passa se tenta vender a fórmula pimba dos Quins Barreiros.

 

 

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publicado às 22:20


IPT | Semana Académica | "Baldada"

por Antigo Mail, em 30.04.10

O Thomar Vrbe captou algumas imagens da passada quarta-feira em Tomar.

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publicado às 13:18


CDU Tomar lança website e blogue

por Antigo Mail, em 19.04.10

A Comissão Concelhia de Tomar da CDU, está agora a divulgar a sua informação através de um website e blogue complementar que pode ser visitado em http://cdutomar.com.sapo.pt e http://cdutomar.blogs.sapo.pt

 

 

CDU Tomar

 

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publicado às 21:39


Plano de Estabilidade e Crescimento

por Antigo Mail, em 18.03.10

Ministro das Finanças Teixeira dos Santos   Bem sei que é uma matéria de âmbito nacional, mas ainda assim, queria publicar uma nota acerca do assunto.

   Agora é usual falar-se no tão afamado PEC. Na necessidade de se corrigir o Deficit público que a tão aclamada crise trouxe, deviam soar os campanário, como alguém proferiu, eu cá preferiria dizer: eles "andem" aí! Esses, os dos bancos, das reformas chorudas, dos prémios de gestão e das mudanças de camisa, sai EDP entre REN, ou vice-versa, sai CP entra REFER, ou vice-versa, o mundo é composto de mudança, já lá dizia o poeta. "Abre nuncio vade retro! Querem vender a nação." também dizia o poeta, mas o de Abril.

   Retirar aos pobres para dar aos pobres e... ricos também. Pois dão-se fatias aos gestores públicos e migalhas aos reformados, a bem da balança comercial, afunda-se mais o prato dos ricos e eleva-se o dos pobres na balança social, dois pesos e duas medidas, cada vez mais distantes neste fosso colossal que é o que separa ricos e pobres, Uns muito ricos e outros muito e miseravelmente mais pobres.

   Acaba-se com as pensões, não é verdade, assim como assim, inventam-se uns prémios ou uns subsídios para as lapas do poder económico e seus lacaios. Quem é que ainda não se apercebeu do crescente dos anúncios aos PPR e similares? O fim último é acabar com as pensões, primeiro começa-se por incutir as PPR como complemento e o Estado vai-se escudando nisso e depois é um passar de alguns anos até o Estado Social ser só uma miragem do passado e andarmos todos dependentes da banca, amordaçados do grande capital.

   O PEC é ele próprio uma miragem, mas também é um atentado ao Estado Social, que ironicamente é governado pelo Partido Socialista, porém ainda há alguns pontos que merecem destaque, por exemplo a diminuição das deduções para reformas acima dos 22.500€00, isto é quem recebe acima desse montante anual, verá agravado por via indirecta o Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS), o mesmo não posso concordar com o congelamento do valor das deduções fiscais que apesar de o Salário Mínimo Nacional ser elevado para 500€00 serão mantidos nos actuais 475€00, se por um lado é justo que as pensões acima dos 1.607€14 mensais vejam agravadas as cargas fiscais o mesmo não se entende que o limite para os contribuintes que não vão ter que suportar mais IRS seja até os 7.250€00 anuais, cerca de 520€00 mensais, a diminuição da colecta deveria ser operada apenas para rendimentos superiores, próximos dos das pensões.

   Entre outros agravamentos fiscais e congelamentos de salários, o PEC ainda mexe com outras deduções, reduzindo-as e, que se vão operar já no próximo ano fiscal. Assim, vai-se assistir à generalização da baixa do poder de compra que o Ministério das Finanças prevê em 2,8%, e ainda outras medidas de âmbito social com destaque para o aumento para os 65 anos para a idade da reforma na função pública, introdução já neste ano da nova taxa de penalização pela reforma antecipada que passa dos 4,5% para os 6% por ano e da regra de 1 por 3 isto é, para cada nova admissão deverão ter saído 3 funcionários. Incrivelmente os prémios de desempenho vão ser mantidos, que segundo o Diário Económico, foram gastos 7,5M€ em 2009 estando previstos 100M€ para 2010. Sem falar ainda nos planos de privatizações que estão previstos.

   Com isto prova-se que o Plano de Estabilidade e Crescimento é injusto e continua com a actual política de dilaceração do bem comum, promovendo os mais ricos e penalizando os mais pobres.

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publicado às 11:13


António Paiva reforma-se com 49 anos

por Antigo Mail, em 17.03.10

   Quem como eu leu a notícia de que António Paiva se vai reformar já no próximo mês de Abril, não pode deixar de ficar estupefacta com a situação que apesar de não ser nova, não deixa de ser mais um caso de injustiça social.

 

   Como é que é possível que ainda possam ocorrer estas situações, onde é que se situa a tão afamada Justiça Social, num período em que tanto se discute o Plano de Estabilidade e Crescimento, em que o Governo da República Portuguesa quer retirar verbas ao Subsídio de Inserção, vulgo, Subsídio do Fundo de Desemprego, para os alocar nas pensões, saia em Diário da República que António Paiva, 49 anos, ex-professor no Instituto Politécnico de Tomar e ex-presidente da Câmara Municipal de Tomar, que aliás, diga-se, dos piores mandatos deste Município, que geriu durante um tempo o Quadro de Referência Estratégico Nacional, vai receber do Fundo de Pensões, cerca de três mil euros (600.000$00).

 

 

   Parece impossível que para muitos a reforma só seja possível aos 65 anos (entretanto quer-se passar para os 67 anos), com reformas parcas que mal dão para a conta da farmácia, existam pessoas a receberem, (digo sugarem) reformas deste teor dos cofres do Fundo de Aposentações, em idade activa, tão activa que ainda continuam a trabalhar.

 

   Não restam dúvidas que a sua passagem por Tomar foi caótica e destrutiva, manchada por obras megalómanas e de fachada que apenas serviram os seus interesses políticos para enganar os eleitores e conduzir à sua reeleição, enquanto o Concelho de Tomar afundava e donde é cada vez mais difícil recuperar. Um tempo marcado por um neo-autoritarismo que o PSD de Tomar foi condescendente.

 

   Em suma é um sujeito que nada fez em prol da sociedade e da qual agora recebe uma reforma bem superior ao que realmente merece do ponto de vista social. Isto só prova que urge ser feito profundas mudanças e que o povo e os cidadãos devem mudar o estado actual das coisas.

 

   Outro exemplo foi o de Rosa do Céu e como estes senhores existem muitos outros e que o único facto de estas notícias se perpetuarem prende-se com a abnegação a que o povo português se dotou.

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publicado às 09:23

Decorreu hoje em Tomar um encontro organizado pelo PCP com a presença de Jerónimo de Sousa secretário-geral dos comunistas, nele participaram também os trabalhadores das firmas IFM/Platex e João Salvador,

 

 

Jerónimo de Sousa dirigiu o seu discurso tendo em vista a política do Estado, contestando a via seguida por José Sócrates e pelo PS, centrando-se nos temas sociais e da conjuntura actual edenunciando as precárias condições de trabalho, nomeadamente dos jovens, e o crescente desemprego. Para o PCP as medidas que melhor respondem à conjuntura prendem-se com o aumento dos salários reais,o líder comunista condena o Orçamento de Estado e a forma como este está a ser negociado, entre PS, PSD e CDS naquilo a que se pode chamar de "Concertação" iniciada pelo Presidente da Repúbilca. Jerónimo de Sousa adianta que é contínua a política de direita do PS e que cada vez mais o emprego e o crescimento é deixado para trás enquanto a Banca é apoiada. Terminou reafirmando a luta dos trabalhadores e do PCP pelos postos de trabalho.

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publicado às 15:52


Vantagens comparativas

por Virgilio Alves, em 05.09.08

Albufeira e Barragem do Castelo do Bode    Segundo a últimas notícias publicadas no Jornal Cidade de Tomar, com base num estudo publicado pelo Diário de Notícias, em que se lê "Tomar entre os mais caros do país na factura dos SMAS", vem reforçar a ideia vigente, de que Tomar, não ostenta vantagens em relação aos concelhos vizinhos, segundo um mapa deste jornal, Tomar fica classificada com a legenda de "mais de 250 euros" anuais pagas pela água, ao contrário dos concelhos limítrofes, com excepção de Abrantes, ainda assim, Abrantes figura no patamar anterior entre os 200 e os 250 euros anuais, figurando Tomar, como o concelho mais caro de todo o Distrito de Santarém e da Comunidade Urbana em que se insere, comparativamente, os concelhos vizinhos, pagam em média menos 100 euros anuais, e no Distrito, uns confortáveis 50 euros anuais no Concelho da Chamusca, este último o mais barato do distrito e ficando classificada entre os oito mais baratos do país.


   Pena é que, não é somente na água que se verifica a carestia em Tomar, mas em muitos outros aspectos, onde se destaca os preços de habitação, a começar pelos encargos municipais e pela burocracia. Tais factos implicam um aumento do preço final de habitação, a somar a isto, o facto de não se perspectivar expectativas de emprego seja pela falta dele ou por não existir futuro em muitas carreiras e, se por um lado, o custo de vida é elevado, se estabelecer residência é custoso e moroso e, a generalidade dos preços dos serviços é alta, por outro lado, deveriam existir outras compensações que permitissem eleger Tomar como um concelho a investir e morar, infelizmente, não se pode dizer que seja assim, é que ao assistirmos às realidades desta cidade notamos a falta em infra-estruturas sociais, culturais e comerciais, na generalidade, encontramos mais serviços e comércio em concelhos vizinho com menores custos de vida.


   Portanto, não nos podemos fiar nas belezas das terras templárias, isso por si só não chega, as populações necessitam de urbes que lhes garantam futuro laboral, espaços sociais de lazer e cultura, e obviamente de um custo de vida menor. Desafortunadamente, ao fazermos pender na balança as vantagens e desvantagens tomarenses, esta penderá para as desvantagens, não oferecendo nenhuma vantagem comparativamente aos concelhos da região.

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publicado às 22:18


Região de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo

por Virgilio Alves, em 04.09.08

Extinta Região de Turismo dos Templários    É um facto consumado, a extinção da Região de Turismo dos Templários - Floresta Central e Albufeiras, o que vem no seguimento, primariamente de uma reestruturação do Turismo, e das entidades promotoras, mas também, é o culminar, de uma região que infelizmente, não se pode gabar de oferta de qualidade, isto refira-se a Tomar.


   O turismo apontado como o Salvador da economia tomarense, e que não obstante a região tenha muito para oferecer, não se mostrou como actividade de importância vital, nem o pode ser, e há muito que o digo, julgo não ser possível sustentarmo-nos no turismo e ver nele a ponte para o futuro, tal constitui uma grande ilusão, a actividade turística deve ser encarada como um complemento deveras importante, mas é necessário relembrar, que é uma actividade não dependente da vontade interna, depende muito das flutuações nos mercados na sua maioria externos, aqueles que realmente proporcionam condições para a vinda de turistas, e se este ano não se pode dizer que foi mau, dada a grande afluência de "forasteiros" e de outras línguas, tal não que dizer que esteja assegurado para o próximo ano, sem contar que em Tomar a época predominante é a do Verão.


   Posto isto, somos obrigados a constatar que, Tomar perdeu a sua actividade industrial, em tempos bastante importante e de grandes dimensões, e hoje, assiste-se a uma quebra da hegemonia nabantina sobre a Região do Médio Tejo, actualmente, são os tomarenses aqueles que são mais dependentes de serviços fora da sua cidade, e isto salda-se em primeiro lugar pela falta do dinamismo industrial e devido a este a quebra no comércio, que em última instância é quem dá vida à cidade e permite novos investimentos.


   Em vez disso, preferiu-se, erroneamente, dar uma carga importante ao turismo, com a agravante de nada se ter feito, incluindo o encerramento do Parque de Campismo sem alternativa próxima, a soma a isto, temos uma perspectiva sempre nefasta para os interesses da cidade que é o elitismo e, enquanto as mentalidades elitistas se mantiverem, maior será a queda e consequentemente maior o atraso em relação ao Médio Tejo, é esta tendência de elitizar Tomar, é má e catastrófica e, já o foi provado nas últimas décadas, em que Tomar não progride, cruzando os braços, agarrados ao seu elitismo julgando ser o suficiente. Resultado: Da principal cidade da região estamos a baixo de outras cidades em vários aspectos, e ainda assim, há uma parte da população que não quer ou não consegue livrar-se deste aparente elitismo, têm-se a noção de que Tomar penas está reservada ao Turismo mais caro, o utilizador de Hotéis entre outros, mas o problema é que só existe um Hotel de grandes dimensões, enquanto que ao passo do turismo de campismo ou do turismo de excursão, estes sim, os que trazem maior vitalidade económica, são esquecidos, fechasse os Parques de Campismo, os WC's públicos, deficientes espaços de merendas e de parques de estacionamento de autocarros, entre muitas outras falhas, o que faz ver a título de exemplo, das poucas excursões que vêm a Tomar, a azáfama em encontrar espaço para estacionar (só no mercado), para merendar, WC's e espaços de lazer. Uma autêntica vergonha para esta cidade, é de lamentar como é que mostramos uma cidade desprovida de uns simples lavabos, até as mais pequenas aldeias conseguem oferecer estas pequenas infra-estruturas.


   Onde estão os espaços verdes e de lazer?


   As infra-estruturas necessárias?


   Os postos de informação acessíveis?


 


   Deplorável mesmo, não admira que se extingam Regiões de Turismo, se por um lado observamos à guerra de tutelas, por outro lado estará à espera que estes mecanismos centrais cheguem a acordo? Como se costumava dizer, estão muito altos para ver o que se passa, e a Câmara tem de se empenhar mais no assunto, não é ficando impávida e serena, que a organização vai cair do sítio, bem como os arranjos entre outros, infelizmente é o poder local que tem de intervir enquanto é tempo, pois também têm uma palavra a dizer, e não adianta dizer que não tem competências para tal, porque é o organismo que representa o povo tomarense, e se bem me lembro, ainda está o escrito na Câmara Municipal: "O Povo é quem mais ordena.", assim está mais do que visto que o turismo não é a salvação tomarense, dá um bom contributo mas não é vital, o município detinha uma importante actividade industrial que não soube manter, com todas as consequências sociais que daí advém e, por último, a sua arrogância elitista levou a que agora não sejamos mais uma importante cidade, no contexto do Médio Tejo e do País. Embora o atraso seja grande, nada está perdido, agora é necessário trabalhar, reformular este executivo, incluindo PS e PSD, e trabalhar o dobro para compensar os largos anos e fundos perdidos.

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publicado às 02:15


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