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Atitude ditatorial, ou simples arrogância?

por Virgilio Alves, em 15.09.08

Câmara Municipal de Tomar    Porque será que (quase) sempre que se olha para o executivo da Câmara Municipal, leia-se o PSD, se nos vêm à cabeça que a este apresenta um sistema governativo assente sobre a indisponibilidade para dialogar com as pessoas?


   Talvez, porque cada vez mais se têm a percepção de que o PSD, pretende e tenta (enquanto pode) impor a sua política custe o que custar, este aspecto era tivera o seu expoente máximo durante os mandatos de António Paiva, que aquando da sua despedida, um tanto ou quanto parecidas com a de Durão Barroso no caso nacional, em que os ímpetos praticamente autoritários e rígidos de condução da política camarária como as elites do PSD assim decidam. Existe uma oposição, quer no executivo quer na assembleia municipal, mas para o PSD, é como se não existisse, por ventura se tal não fosse assim, se calhar o PSD seria mais "atencioso" para com a oposição, no que respeita às discussões de projectos camarários. Mas pior do que isso, é o facto de tornar os tomarenses apenas umas figuras menores que só têm valor no dia de ir às urnas, uma vez que no restante, tanto se dá como se deu, que os munícipes importem para o executivo.


   infelizmente, são os tomarenses os principais culpados, uma vez que permitem este tipo de atitudes que só levaram este concelho à prática ruína, quase sem eira nem beira, um autêntico pandemónio de gestão autárquica. A olhar para esta gestão, pela sua atitude, resultados e implicações, diria que o que o PSD faz é tão somente lançar um dado ao ar com as propostas e o que sair, sai, mesmo que entre em conflito com outras previamente tomadas, sem falar em estradas asfaltadas para uma semana depois lhe ser retirado o asfalto para prosseguir com outras obras e re-asfaltar outra vez.


   O cerne da questão está na ausência de capacidade de ouvir por parte do PSD, que se julga senhor e dono de Tomar, não tardará, será deposto.


   Para tal, peço aos tomarenses que de uma vez por todas, tomem consciência da situação actual e dos partidos ditos "tradicionais" no poder. Não tenham medo de tomar em vós as rédeas do concelho, e todos nos devemos abrir à mudança, pura e radical. Esta política não pode continuar ou arriscamo-nos a afundar por completo e depois será muito mais difícil e moroso voltar a emergir.

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publicado às 23:58




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