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 I - Análise do Concelho

 Capítulo I

Pensamento Estratégico Corrente

 

Introdução

Presentemente o Município de Tomar não possui uma carta que vincule de forma clara e concisa um projecto a desenvolver quer a médio e longo prazo quer no curto prazo, isto, de forma genérica a Câmara Municipal limita-se a proceder a uma gestão da coisa pública em função do momento e, o único factor que mais sazonalidade presenta é o capítulo das obras públicas, de melhoramento ou de embelezamento na sua grande maioria na sede do concelho, tal sazonalidade coincide com as épocas eleitorais. Concretamente no plano financeiro não há qualquer caderno que contenha metas ou etapas a atingir quanto ao desempenho financeiro e económico, consequentemente não há um politica definida sobre o endividamento, estrutura do endividamento, prazos de pagamento entre outros indicadores económico-financeiro, o que trás somente desvantagens donde o desequilíbrio orçamental é a sua maior consequência.

Como a Câmara resolve agir sobre o momento e, por essa via, não é raro perceber-se que deixa passar as oportunidades por falta de acção, planeamento e sobretudo visão, as restantes áreas de actuação vão atrás, isto é, não há uma agenda cultural predefinida com termos e obrigações, não há um plano social, nem visão a longo prazo sobre a economia do município, nem sobre a saúde, nem sobre a educação, ou seja, não existem um plano geral da política do município e isso foi o grande potenciador do colapso da Câmara como instituição governativa da vida pública concelhia.

 

 

Esquematização do Resultado do Pensamento Estratégico

 

 

 

Resumindo, o município não foi capaz de se actualizar face a um mundo cada vez mais global e competitivo, não porque não fosse capaz para tal, mas porque simplesmente se limitou a ser um agente passivo, dessa forma nunca saberemos se as potencialidades que Tomar tinha para oferecer poderiam fazer com o concelho progredisse social e economicamente, pelo que estamos perante duas décadas perdidas e condenados a delinear etapas a partir do zero quando, se se tivesse tomado uma parte activa, deveríamos estar neste momento a avaliar o que correra bem ou mal.

A actuação saldou-se, portanto, a princípio numa estagnação para progressivamente se tornar numa regressão cada vez mais galopante que hoje nos delegou um município sem pujança económica e a braços com uma dívida corrente cada vez maior e um passivo cada vez mais acentuado e potenciado por uma tesouraria cronicamente deficitária que urge ser reequilibrada.

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publicado às 20:52




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