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Encerramento do Mercado Municipal de Tomar

por Antigo Mail, em 04.07.10

 

   Foi notícia em todo o país, a ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar a Económica, "Segundo o autarca, Corvêlo de Sousa, a ASAE fez inspecções no local e concluiu que este espaço não apresentava condições de higiene e segurança alimentar (...)" noticiava a SIC Notícias.

  

   Ainda é referido que a situação era do conhecimento geral, quer da população, quer dos autarcas e, que aqueles que tinham competência para alterar a situação nada fizeram.

 

   Em determinadas situações diaboliza-se a ASAE pelos comportamentos que toma e, que se em alguns casos podem parecer extremos ou configurar abuso de poder, na maior parte são diligências que têm que ser feitas para que os seus autores possam abrir os olhos. Tomar é um desses casos, por quanto tempo não se soube que o edifício apresentava falhas graves? Por quanto tempo se foi, literalmente, "deixando andar"? E por quanto tempo mais iria ficar a situação se esta diligência não fosse feita?

 

   O certo é que quer queiramos quer não, a ASAE tinha que o fazer e eu concordo com essa tomada de decisão, obviamente os vendedores e os compradores não têm culpa, a ASAE também não e se isto continuasse assim poderíamos estar a contribuir para aumentar os riscos.

 

   A culpa, porque aqui não morre solteira, é da Câmara Municipal, que há muito que já deveria ter feito arrancar as obras de beneficiação do mercado ou de um novo edifício. A polémica em torno deste assunto

vai entre criar uma zona comercial onde hoje é o mercado e transferir o mercado para outro lado, fazer um novo edifício no lugar do actual ou combinar as duas opções, como é corrente em muitas cidades.

Não querendo estender este artigo, o Thomar Vrbe apoia a solução de se criar um grande espaço comercial do tipo mercado + centro comercial, em edifício com parqueamento coberto ao nível da Avenida Norton de Matos e Rés-do-chão ao nível da Rua de Santa Iria, onde se situaria a entrada principal de ocupando o Rés-do-chão o mercado de frescos e nos andares superiores o centro comercial. O mercado semanal funcionaria nas traseiras do edifício, isto é, na parte descoberta entre o edificio e o rio.

Agora é necessário repor o mercado, pensando na melhor forma de o conseguir, isto é não provocando mais derrapagens financeiras e retirar os feirantes do parque de Santa Iria.


 

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publicado às 18:40



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