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Festa das cidades Criativas

por Antigo Mail, em 31.08.08

Festa das cidades CriativasO Thomar Vrbe resolveu enviar uma missiva para a Divisão de Animação Cultural da CMT com Seguinte:

Tomar, 31 de Agosto de 2008

Divisão de Animação Cultural

Câmara Municipal de Tomar

O Thomar Vrbe, como foi em tempos explicado num e-mail enviado para a presidência da CMT, concorreu, Enquanto projecto na Área de Projecto do 12.º Ano, da Turma J. da Escola Secundária Jácome Ratton, no ano lectivo transacto, ao Concurso Cidades Criativas, lançado pela  Secção Autónoma de Ciências Sociais, Jurídicas e Políticas da Universidade de Aveiro e pela Associação Portuguesa de Planeadores do Território (APPLA).

O concurso dirigido aos alunos de Área de Projecto do 12.º ano tinha como objectivo a reflexão do território e elaborar um projecto que evidenciasse um problema do aglomerado de residência dos alunos e apresentasse de forma criativa e sustentável uma solução.

De todo o país, incluindo ilhas, cerca de quatro centenas e meia de equipas se inscreveram, provando que esta iniciativa foi amplamente aceite nos meios escolares, tanto pelos alunos, como pelos professores, e Tomar não constituiu excepção, das três escolas secundárias, apenas a Jácome Ratton constituiu grupos de alunos, por vontade deles próprios, num total de três grupos de trabalho.

Com efeito, neste grupos se encontrava o Thomar Vrbe, cujo tema recaiu sobre os Lagares d’El Rey e sobre a Fábrica de Fiação e, sobre o seu avançado estado de degradação em que ainda se encontra. Sendo que na mesma escola os outros dois grupos adoptaram como tema o Castelo e o Convento de Cristo e a Cidade de Tomar, salvo erro.

O términus deste concurso ocorreu com a entrega ou envio dos projectos elaborados, e com a atribuição dos diplomas e prémios aos vencedores, num acto ocorrido na Universidade de Aveiro no dia 4 de Junho deste ano, sendo que o Thomar Vrbe também se fez representar.

A conclusão deste concurso saldou-se para o Thomar Vrbe, na entrega de um diploma de Menção Honrosa na categoria de Transformação Urbana, atribuído pela Parque Expo, estando entre a dezena de grupos premiados de um total de duas centenas e meia de projectos entregues.

Aproveito para referenciar a equipa “Criativas de Ourém” com a qual tivemos o privilégio de viajar no autocarro pago pela sua escola e obviamente agradecemos.

Terminado o concurso o Thomar Vrbe havia decidido entregar em mãos à Câmara Municipal de Tomar e à figura do seu presidente, uma cópia do seu relatório, por isso contactámos a presidência pelo correio electrónico referenciado no sítio Web da Câmara Municipal de Tomar, infelizmente e com pena nossa, não obtivemos qualquer resposta, pelo que efectivamente desistimos de o fazer.

Posto isto e porque a meu ver, os munícipes têm o direito de conhecer, este concurso e da sua importância cívica, na qual participaram tomarenses a promover as qualidades de Tomar e apresentando propostas e projectos, venho por este meio, alertar a Câmara Municipal de Tomar e o Departamento de Animação Cultural de que está em curso uma mostra nacional dos resultados deste concurso, sob a forma de mostra itinerante dos projectos a concurso e obviamente dos projectos vencedores. Assim proponho a este departamento que entre em contacto com a organização [contacto no fim deste e-mail] com vista à realização de uma exposição temporária em Tomar destes projectos.

Uma vez que um grupo de Tomar, recebeu um prémio, numa das categorias do concurso, era uma óptima forma de enfim, mostrar ao público o seu empenho, bem como dos demais grupos locais, e de promover uma reflexão sobre as cidades portuguesas.

Confiante de que não deixaram escapar esta exposição de Tomar e, que a CMT fará tudo para trazer esta exposição (que de resto não requer grande logística), finalizo então esta missiva.

            Sem mais assuntos:

            Virgilio Miguel Almeida Alves – Thomar Vrbe

 

 

 

P.S.:  Contactos e outros:

 

Exposição Itinerante Cidades Criativas 2007/08 - A visão dos jovens sobre o futuro das suas cidades

A comissão organizadora do Concurso Nacional de Ideias "Cidades Criativas" pretende dar a conhecer o resultado das reflexões produzidas pelos alunos participantes no concurso sobre o futuro das suas cidades.

 

Nesse sentido, gostaríamos de disponibilizar o resultado desse trabalho (posters e relatórios) para organizar uma Exposição Itinerante que pudesse percorrer as diferentes vilas e cidades que foram objecto de reflexão no âmbito desta iniciativa.

 

Aproveitamos o blogue do CCC para averiguar do interesse em receber a Exposição “Cidades Criativas 2007/08 - a visão dos jovens sobre o futuro das suas cidades”. Essa exposição poderá ser constituída por uma parte ou pelo conjunto dos trabalhos produzidos. Para uma avaliação mais cuidada anexamos a listagem dos trabalhos recebidos (258) e dos premiados (51).

 

Para qualquer informação suplementar poderão entrar em contacto através do e-mail cidadescriativas@csjp.ua.pt ou do número 919656514.

 

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publicado às 23:14


Festa do Avante

por Antigo Mail, em 28.08.08

Animação de Rua - Festa do Avante   Uma vez mais, o  Centro de Trabalho do PCP de Tomar organiza uma ida (de um dia) à Festa do Avante a decorrer no Seixal nos dias 5, 6 e 7 de Setembro. No dia 6 (Sábado) partirá um autocarro de Tomar rumo à festa.

 

A viagem incluindo transporte e entrada tem um custo de 30 Euros por pessoa.

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publicado às 20:55


Com todas as letras...

por Antigo Mail, em 14.08.08

   Com todas as letras e mais algumas, dou visibilidade a um blogue criado pelo Ricardo Carneiro, onde são escritos vários poemas, contando já com variadíssimos autores.

Com Todas As Letras

 

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publicado às 02:15


Turismo e Desenvolvimento

por Antigo Mail, em 08.08.08

Fábrica da TemaHome - Antiga Norema   De há uns anos para cá, tem sido política municipal, a aposta, ou pelo menos, tentativa de aposta no turismo, como meio de desenvolvimento regional, sob a tutela: Tomar, Cidade Templária, tem se assistido a uma acentuada viragem das miras económicas para o turismo, como se este fosse a única e derradeira oportunidade. Não o é, de facto o turismo apresenta uma desvantagem, que está camuflada por detrás das alterações económicas nacionais e internacionais, ou seja, depende, da estabilidade em grande medida dos mercados internacionais e do seu poder de compra, uma vez que reviso em queda, traduz-se numa descida do número de visitantes e turistas. Ora sabe-se que uma economia de mercado, tem altos e baixos, e que num cenário de queda acentuada do número de turistas que passarem por Tomar, o município não tem como garantir uma contrapartida, uma vez que sendo o turismo a actividade principal, a região fica dependente da estabilidade estrangeira.

   Assim, é necessário garantir que a região invista em formas menos dependentes do estrangeiro como é o caso da indústria e dos serviços, certo é que, estes também dependem do normal funcionamento da economia mundial e do mercado mundial, mas a sua tipologia permite a médio prazo permutar, os mercados de incidência eu em casos mais graves permutar a sua actividade, sem que haja grande prejuízo, desde que bem geridos e acompanhados pela Câmara Municipal.

   A actividade industrial é a que garante um rápido aumento de riqueza, que leva ao desenvolvimento tecnológico e à criação de mais postos de trabalho, traz novas infra-estruturas e novas técnicas e permite exportar a marca e a região, lago que o turismo, não promove em tão grande escala, por outro lado, promove o aumento da qualidade de vida, entre outras vantagens. A longo prazo e se bem dirigido a actividade industrial sustentada, cria riqueza, traz tecnologia e combate o desemprego.

   Mas obviamente não se vai vetar o turismo ao abandono, por outro lado, deve-se também investir no turismo, como meio de publicidade local e ao que de bom se faz por cá, e igualmente tem de ser bem dirigido, algo que muito raramente é feito em Tomar, pois são muitos os erros cometidos, ainda assim, não é tarde.

   O progresso faz-se entre Educação, Indústria e Comércio! Mas é necessário divulgá-lo e é esse o papel do Turismo.

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publicado às 19:52


Cidadania participativa

por Antigo Mail, em 07.08.08

Cidadania é preciso   Caro leitor, pode e deve contribuir, o Thomar Vrbe pede a todos os leitores, que enviem críticas e sugestões, acerca de Tomar e do seu município, pode enviar textos, fotografias ou vídeos para thomar_urbe@sapo.pt, conto consigo, para partilhar com a comunidade as suas preocupações.

 

 

O THOMAR VRBE AGRADECE!

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publicado às 11:45


Uma justa homenagem

por Antigo Mail, em 06.08.08

   O Thomar Vrbe quer em público desfazer uma lacuna existencial de há muito tempo; como vós sabeis, apesar de estar manter este blogue actualmente, o mesmo teve início há quase um ano como complemento do Projecto Thomar Vrbe - Requalificação das Antigas Instalações Industriais das Fábricas Mendes Godinho e Fábrica de Fiação, um projecto no âmbito de Área de Projecto e no qual concorreu também ao Concurso Cidades Criativas, este projecto partiu de alunos da turma do 12º J. da Escola Secundária Jácome Ratton, e obviamente há sempre uma pessoa por detrás destes projectos que é sem dúvida nenhuma a professora que ministra essa área,

   Assim quero agradecer e saudar a professora Ana Paula Ferreira, que como nosso professora também se empenhou neste projecto e que muitas vezes colaborou e incentivou, assim apresento o agradecimento pelo trabalho desenvolvido ao longo de todo o ano lectivo de 2007/2008.

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publicado às 19:51


(Nova) Escola Dom Nuno Álvares Pereira

por Antigo Mail, em 05.08.08

Presidente Corvêlo de Sousa de visita às instalações do ex-colégio Nun'Álvares   Antigo colégio interno de grande prestígio, transformada em escola secundária e por fim, privada do ensino secundário, a ex-Escola Secundária Dom Nuno Álvares Pereira tem sido vetada ao abandono, enquanto outros estabelecimentos de ensino em Tomar, já na altura com melhores infra-estruturas do que esta, recebiam novos melhoramentos. Não tardou a ser considerada a escola dos maus, dos piores, nos últimos anos era raro o inverno chuvoso que não impedisse o normal funcionamento das salas dos patamares inferiores e as infiltrações nos superiores, sem contar com inúmeros problemas, de construção. Um pavilhão deteriorado onde existiam espaços onde não se podia pisar uma vez que o soalho podre se quebrava.

   E qual a solução achada? Neste momento a CMT quer fazer erguer um novo espaço escolar com múltiplas valências, desde o primeiro ciclo ao terceiro ciclo do ensino básico, para isso implica a destruição parcial de um dos mais emblemáticos edifícios nabantinos e por onde passaram várias gerações de individualidades importantes no espectro português.

   É de louvar que a frontaria e as laterais contíguas permaneçam, uma vez que é uma frontaria deveras importante e conhecida dos tomarenses.

   Agora, será que era mesmo necessário uma intervenção tão profunda? Quero dizer, agora talvez seja mesmo necessário, mas se se tivesse atempadamente olhado para o problema e se não se tivesse procedido às múltiplas mudanças de estabelecimento, nomeadamente a retirada do ensino secundário. Se se tivesse feito uma reconstrução do edifício adequadamente e a tempo e horas, teria se preservado uma grande instituição pública de ensino secundário com as melhores instalações da região e uma tradição de muitos anos.

   Assim, agora não vale a pena evidenciar o que se poderia fazer. Embora seja uma intervenção profunda, penso ser necessária, embora ache que o Escola D. Nuno Álvares Pereira deveria ser de novo uma escola secundária.

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publicado às 15:28


Nova imagem do sítio Thomar Vrbe

por Antigo Mail, em 03.08.08

   O Thomar Vrbe está a levar a cabo uma reestruturação do seu site, quero torná-lo num sítio melhor, mais funcional e esteticamente mais aprazível e fácil de lidar.

   Estará portanto encerrado por tempo indeterminado. porém podem espreitar o eu novo layout na primeira página. (AQUI!)

 

Novo sítio na rede do Thomar Vrbe

 

   Esta acção centra-se numa cada vez maior necessidade de refurmular este projecto, iniciado há cerca de um ano na Escola Secundária Jácome Ratton, na altura um projecto inscrito no Concurso Cidades Criativas no âmbito de Área de Projecto do 12º ano.

   Hoje apenas eu (Virgilio M. A. Alves) o mantenho, como um espaço que apela à cidadania e à recuperação do Município de Tomar.

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publicado às 22:12


Uma questão de dinâmica hidráulica

por Antigo Mail, em 02.08.08

   «Tomar reinventa-se entre o Flecheiro e S.ta Maria dos Olivais»

Flecheiro   É o título de um artigo publicado na edição de Agosto/08 do Boletim Informativo da CMT, que dava conta das obras inseridas no âmbito do programa POLIS, no qual dava destaque à betonagem da nova ponte e da construção de um muro que "defenderá os moradores da margem direita, nomeadamente da rua de S. Gião, da investida das aguas em caso de cheia (...)". Até aqui tudo bem, ergue-se um dique contra o transbordo do leito de cheias, mas o que salta logo à vista é o seguinte: se pensarmos em anteriores casos de inundações, que o são recentes à memória, vemos que, existem dois pontos fulcrais, por um lado trata-se da Vala da Levada, que em caso de subida repentina do nível de água do rio Nabão, constitui um primeiro sinal de alerta, por outras palavras, a Rua Everard é a primeira a ficar alagada, isto deve-se a duas questões que mais adiante serão tratadas, outro ponto fulcral é a rua Marquês de Tomar, que devido à acção do açude constitui uma zona de inundação, e podemos ainda referir a zona do Estádio Municipal e do Mercado Municipal. Acontece que a zona onde se está a construir este muro, não constitui muito uma zona de transbordo mas sim uma zona de confluência da corrente de cheia, que ao transbordar da rua Marquês de Tomar e da Levada percorre até reencontrar o leito de rio no Flecheiro, ou seja, o Fleceiro actua mais como o retorno do caudal transbordado do que como zona de transbordo, assim a construção deste muro ao contrário de impedir o avanço das águas, vai impedir que os caudais previamente transbordados não consigam voltar ao leito do rio, obrigando este caudal a percorrer ao longo da área do Flecheiro até encontrar escapatória, isto para lá da nova ponte.

   Quanto à problemática da hidráulica do Nabão e concretamente na Levada, tenho para mim que a solução não reside na construção de muros, porque obviamente não poderemos emparedar ambas as margens do Nabão e ao longo das suas margens, dê por onde der, haverá sempre pontos de transbordo figurados na Levada e no topo Norte da cidade. Tenho que a solução não passa então por elevar as margens, mas sim, baixar o fundo e consequentemente os caudais, e tal facto não implica a perca do espelho de água que embeleza o Nabão, se um trabalho bem feito de desassoreamento e nivelamento, mas terá na mesma o espelho de água, dará uma certa imponência às pontes (na medida que parecerão mais altas e robustas) aumentará o volume disponível do leito que absorverá e conduzirá maior volume de caudal e por permitiria inclusivamente a reconstrução da antiga central eléctrica e o seu funcionamento, para fins museológicos ou não.

   Acerca da Vala da Levada, o maior problema que assiste é o facto de que a represa e condução de parte do caudal do rio efectuada pela acção do açude, implica o seguinte, o volume de água que entra na vala é superior á sua capacidade de saída ou seja, em caso de grandes volumes de caudal provocados pelas cheias, o débito das duas comportas de regulação e das pequenas comportas terminais é insuficiente para a demanda de tão grande volume de entrada, assim têm-se que é preciso optar pelos seguinte, proceder à remodelação do açude da vala, isto é, construindo um conjunto de comportas à largura de toda a vala e por outro lado, se não se vai mesmo recuperar a central ( que de sí é erróneo) então urge retirar as duas turbinas de modo a desobstruir as suas comportas, assim, como escapatória de àgua passava a levada a contar com seis comportas em vez das actuais duas.

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publicado às 23:26



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